Plus Size, Também Sonha!
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Plus Size, Também Sonha!

Mesmo sem querer, tocamos outras pessoas com o que fazemos, sentimos, deixamos de fazer ou deixamos de sentir. E essa conexão, ou desconexão, fica indisfarçavelmente clara quando incluímos o outro nos nossos planos, sonhos e projeções, sem nos darmos ao trabalho de refletir acerca da implicância dessa atitude na trajetória do outro. Parece que fazemos questão mesmo de nos esquecermos que o outro pode não querer fazer parte daquilo; de repente, o nosso sonho construído em torno de alguém pode se desfazer em pedaços porque fomos tão egoístas e simplesmente desconsideramos que o outro tem vontades, tem planos, e, sobretudo, tem seus próprios sonhos.

Que falta de jeito a nossa, em lidar com a realidade quando fazemos da nossa vida apenas um projeto de sonho. Que ingenuidade, projetar fora de nós toda a estrutura de uma obra que deveria acontecer aqui dentro, para depois ser edificada com outras mãos além das nossas; outras mãos que se juntem às nossas de livre e espontânea vontade, simplesmente porque olhou para o nosso sonho e pensou “quero fazer parte disso, esse sonho é meu também”.

Sonhar é absolutamente fundamental para temperar a vida. Temperar a vida!. Se a vida fosse um pão, por exemplo, o sonho não seria nem a farinha, nem o sal, nem a água, nem o fermento. O sonho seria aquela porção generosa de açúcar para transformar o pão de sal em pão doce; o sonho seria aquela pitada de alguma especiaria exótica, para transformar o pão do dia a dia, num pão de festa; o sonho seria aquela crostinha irresistível de parmesão ou alecrim. O sonho é o tempero da vida. Sem ele, a vida vira aquela coisa insossa, pastosa, seca, comum.

Mas, também é fato, que não há vida que se sustente só de sonhos. A vida é o presente mais caro, raro e especial que recebemos inteiro nas mãos. O que faremos dela, como a desfrutaremos, se a saborearemos a sós, a poucos ou a muitos, é nossa inquestionável e intransferível escolha.

Este texto foi extraído dos arquivos de "Ana Macarini, que é Psicopedagoga e Mestre em Disfunções de Leitura e Escrita. E acreditar que todas as palavras têm vida e, exatamente por isso, possuem a capacidade mágica de serem ressignificadas a partir dos olhos de quem as lê!"(site: contioutra.com)


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